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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

*Frase do Mês *




“O segundo turno das eleições é dia 31 de Outubro, dia de Halloween:

-Não perca a chance de queimar uma bruxa."


segunda-feira, 24 de maio de 2010

* Essa CALOU os norte-americanos !!! *


* Cristóvam Buarque *






















Se possível leiam até o final... muito boa mesmo !!!


SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS

Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia
para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário
ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de
um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,
como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas
mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia
seja nossa. Só nossa !"

DIZEM QUE ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A DIVULGÁ-LA, SE POSSÍVEL FAÇA TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS QUE DOMINAR.


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Adm. Tiago Bomfim Claudino
Professor Instituto Federal do Piauí- IFPI / Picos
Tutor Universidade Aberta do Piauí - Administração
(89) 3422-5389 begin_of_the_skype_highlighting (89) 3422-5389 end_of_the_skype_highlighting / 9984-7870

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"Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura."
Fernando Pessoa

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

* Oscar Arias *


*DEPOIMENTO DO PRESIDENTE DA COSTA RICA, QUE MERECE SER LIDO !!! *


Discurso proferido na presença do Lula e demais presidentes latino-americanos,
incluído o "manequim" do Equador, o caloteiro Corrêa, abaixo nominalmente citado.
"ALGO HICIMOS MAL"
Palavras do Presidente Oscar Arias da Costa Rica na Cúpula
das Américas em Trinidad e Tobago, 18 de abril de 2009
"Tenho a impressão de que
cada vez que os países caribenhos e latino-americanos se reúnem com o presidente
dos Estados Unidos da América, é para pedir-lhe coisas ou para reclamar coisas.
Quase sempre, é para culpar os Estados Unidos de nossos males passados, presentes
e futuros. Não creio que isso seja de todo justo. Não podemos esquecer que a América
Latina teve universidades antes que os Estados Unidos criassem Harvard e William &
Mary, que são as primeiras universidades desse país. Não podemos esquecer que
nesse continente, como no mundo inteiro, pelo menos até 1750 todos os americanos
eram mais ou menos iguais: todos eram pobres. Ao aparecer a Revolução Industrial
na Inglaterra, outros países sobem nesse vagão: Alemanha, França, Estados Unidos,
Canadá, Austrália, Nova Zelândia e aqui a Revolução Industrial passou pela América
Latina como um cometa, e não nos demos conta. Certamente perdemos a
oportunidade.
Há também uma diferença muito grande. Lendo a história da América
Latina, comparada com a história dos Estados Unidos, compreende-se que a América
Latina não teve um John Winthrop espanhol, nem português, que viesse com a Bíblia
em sua mão disposto a construir uma Cidade sobre uma Colina, uma cidade que
brilhasse, como foi a pretensão dos peregrinos que chegaram aos Estados Unidos.
Faz 50 anos, o México era mais rico que Portugal.
Em 1950, um país como o Brasil
tinha uma renda per capita mais elevada que o da Coréia do Sul. Faz 60 anos,
Honduras tinha mais riqueza per capita que Cingapura, e hoje Cingapura em questão
de 35 a 40 anos é um país com $40.000 de renda anual por habitante. Bem, algo nós
fizemos mal, os latino-americanos.
*Que fizemos errado? Nem posso enumerar todas
as coisas que fizemos mal. Para começar, temos uma escolaridade de 7 anos. Essa é a
escolaridade média da América Latina e não é o caso da maioria dos países asiáticos.
Certamente não é o caso de países como Estados Unidos e Canadá, com a melhor
educação do mundo, similar a dos europeus. De cada 10 estudantes que ingressam no
nível secundário na América Latina, em alguns países, só um termina esse nível
secundário. Há países que têm uma mortalidade infantil de 50 crianças por cada mil,
quando a média nos países asiáticos mais avançados é de 8, 9 ou 10. Nós temos países
onde a carga tributária é de 12% do produto interno bruto e não é responsabilidade de
ninguém, exceto nossa, que não cobremos dinheiro das pessoas mais ricas dos
nossos países. Ninguém tem a culpa disso, a não ser nós mesmos.
Em 1950, cada
cidadão norte-americano era quatro vezes mais rico que um cidadão latino-
americano. Hoje em dia, um cidadão norte-americano é 10, 15 ou 20 vezes mais rico
que um latino-americano. Isso não é culpa dos Estados Unidos, é culpa nossa. No
meu pronunciamento me referi a um fato que para mim é grotesco e que somente
demonstra que o sistema de valores do século XX, que parece ser o que estamos
pondo em prática também no século XXI, é um sistema de valores equivocado.
Porque não pode ser que o mundo rico dedique 100.000 milhões de dólares para
aliviar a pobreza dos 80% da população do mundo "num planeta que tem 2.500
milhões de seres humanos com uma renda de $2 por dia" e que gaste 13 vezes mais
($1.300.000.000.000) em armas e soldados. Como disse esta manhã, não pode ser
que a América Latina gaste $50.000* milhões em armas e soldados. Eu me pergunto:
quem é o nosso inimigo? Nosso inimigo, presidente Correa, desta desigualdade que o
Sr. aponta com muita razão, é a falta de educação; é o analfabetismo; é
que não gastamos na saúde de nosso povo; que não criamos a infra-estruturar
necessária, as estradas, os portos, os aeroportos; que não estamos dedicando os
recursos necessários para deter a degradação do meio ambiente; é a desigualdade que
temos que nos envergonhar realmente; é produto, entre muitas outras coisas, de que
não estamos educando nossos filhos e nossas filhas.
Vá alguém a uma universidade latino-americana e parece no entanto que estamos
nos sessenta, setenta ou oitenta.
Parece que nos esquecemos de que em 9 de novembro de 1989 aconteceu algo de
muito importante, ao cair o Muro de Berlim, e que o mundo mudou. Temos que
aceitar que este é um mundo diferente, e nisso francamente penso que os
acadêmicos, que toda gente pensante, que todos os economistas, que todos os
historiadores, quase concordam que o século XXI é um século dos asiáticos não dos
latino-americanos. E eu, lamentavelmente, concordo com eles. Porque enquanto nós
continuamos discutindo sobre ideologias, continuamos discutindo sobre todos os
"ismos" (qual é o melhor? capitalismo, socialismo, comunismo, liberalismo,
neoliberalismo, socialcristianismo...) os asiáticos encontraram um "ismo" muito
realista para o século XXI e o final do século XX, que é o pragmatismo. Para só
citar um exemplo, recordemos que quando Deng Xiaoping visitou Cingapura e a
Coréia do Sul, depois de ter-se dado conta de que seus próprios vizinhos estavam
enriquecendo de uma maneira muito acelerada, regressou a Pequim e disse aos
velhos camaradas maoístas que o haviam acompanhado na Grande Marcha:
"Bem, a verdade, queridos
camaradas, é que a mim não importa se o gato é branco ou negro, só o que me
interessa é que cace ratos". E se Mao estivesse vivo, teria morrido de novo quando
disse que "a verdade é que enriquecer é glorioso". E enquanto os
chineses fazem isso, e desde 1979 até hoje crescem a 11%, 12% ou 13%, e tiraram 300
milhões de habitantes da pobreza, nós continuamos discutindo sobre ideologias que
devíamos ter enterrado há muito tempo atrás.
A boa notícia é que isto Deng Xiaoping o
conseguiu quando tinha 74 anos. Olhando em volta, queridos presidentes, não vejo
ninguém que esteja perto dos 74 anos. Por isso só lhes peço que não esperemos
completá-los para fazer as mudanças que temos que fazer.
Muchas gracias."

Postagem em destaque

*Relembrando : * O Pescador e o Banqueiro *

* O Pescador e o Banqueiro * Um banqueiro de investimentos americano estava no cais de uma povoação das Caraíbas, quando chegou um bar...