quinta-feira, 2 de março de 2017

*As Sete Irmãs *





     Resenha : Livro :

     *As Sete Irmãs , Lucinda Riley, ed. Novo Conceito.

 

   Este livro conta a história de Maia , a filha mais velha de Pa Salt !
      
      Pa Sal é um homem muito rico que vive viajando pelo mundo e adotou sete filhas !

      Antes de falecer , ele deixa uma carta para cada filha e pistas sobre a origem delas !

      Maia foi uma filha que se dedicou para a casa, Pa Salt e Marina (Ma ) que era a responsável 
     
      por tudo : a educação da meninas e a administração da casa !

      Maia é tradutora ! Ela conhece bem a Língua Portuguesa e Russa !

      Com o falecimento de Pa Salt e uma visita programada pelo ex-namorado , Maia decide 

      conhecer o seu país de origem e como era a família biológica dela !

      Confesso que fazia muito tempo que um livro me prendia e que eu ficava tristinha diante das 

últimas       páginas do mesmo ! 

      Comprei  este livro para ler porque eu queria conhecer a escritora Lucinda Riley , o jeito dela 

escrever ,       narrar seus romances e já estou disposta a comprar mais livros dela e lê-los !!! 

Adoreiiiiiiii  !!!

      O que mais gostei na história de Izabela e Laurent Browilly foi a capacidade , a sensatez que ela 

teve  diante de suas escolhas e o amor, a fidelidade dela para com seus pais ! Ameiiiiiiiii  !!!

      Em relação à Gustavo , seu marido, julguei-o um homem esperto ! Não direi mais nada para 

evitar falar demais e prejudicar a leitura de quem pensa em ler este livro !

      Gostei muito também das informações históricas sobre a construção da estátua do Cristo 

Redentor , patrimônio histórico da cidade do Rio de Janeiro , do Brasil e do mundo !!! É interessante 

verificar como atrás de um  trabalho maravilhoso existe as mãos , o raciocínio , os esforços , a 

abdicação de muitas pessoas envolvidas !!! 

      Fiquei imaginando a importância que , às vezes , certas coisas , objetos, obras de arte podem 

adquirir para nós e para os nossos entes queridos !!!

      Admirei as personagens de Yara e de Loen , as criadas ! A primeira, trabalhava para a avó de 

Maia e a outra para a Izabela !

      É bom constatarmos como pessoas simples , humildes , do nosso quotidiano podem ter um papel 

tão relevante nas nossas vidas !!!

      A verdade é que não somos bem sucedidos nem felizes sozinhos !!! Isto é uma utopia !!!

      A parte que mais gostei foi quando Izabela toma consciência de como a vida dela era confortável , 
luxuosa , tranquíla enquanto  a de muitos eram bem diferentes , pobres , miseráveis até !

      Bom , está aí um livro que recomendo com alegria e entusiasmo !!! 

      Daqui a alguns meses , lerei o segundo dessa série : "A irmã da tempestade " , ( a história de Ally 

, a irmã mais nova de Maia ). 

           *Observação : fiquei impressionada com a capacidade que a escritora Lucinda Riley tem de 

"costurar , amarrar " os acontecimentos , 

     as personagens !!! Este é o motivo que faz a gente não querer parar de ler !!! A-do-reiiiiiiiiii  !!!             
     \o/ \o/ \o/ 



      *Guaratinguetá , Fevereiro de 2017.  
   

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

*Encontros no Parque * - Hilary Boyd ; ed. Record.




 - * Encontros no Parque * -

Autora : Hilary Boyd.

Editora : Record.

   

          Este livro  fala sobre Jeanie , uma senhora de meia-idade (60 anos) que é casada com George e tem uma filha chamada Chanty, um genro chamado Alex e uma graciosa neta chamada Ellie.
      Jeanie tem uma loja de artigos orgânicos e gosta muito de ser comerciante. Ela também é boa esposa, avó e mãe ! Todavia , o casamento bem sucedido que todos imaginam que ela possui, só existe nas aparências porque , sem dar nenhuma explicação , uma noite, George, seu marido , decidiu não dormir mais com ela.
       Todas às quintas-feiras, Jeanie levava a neta para brincar no parque próximo ao seu trabalho e ...
numa dessas ídas ao parque, ela conhece Ray, um senhor , que sempre leva o neto (Dylan) ao parque ! Desses encontros nasce uma amizade e , em seguida , uma paixão.
        Adoreiiiiiiiiii o livro ! Ele aborda questionamentos de uma senhora , de uma pessoa na meia-idade ; fase tão difícil - ou mais ! - do que a pré-adolescência ou a adolescência !
        *Ameiiiiiiiiiii  o que disse a tia Norma, tia de Jeanie , na página 29 :

     " - Sessenta anos é o paraíso - dissera a Jeanie uma vez enquanto tomavam um chá. - O mundo não quer mais saber de você , e , para  todos os efeitos, você se tornou invisível, especialmente se for mulher. Gosto de pensar nessa fase como a terceira vida. Temos a infância, a conformidade adulta , com trabalho , família , responsabilidades , e , finalmente , quando todos imaginam que tudo acabou e que você virou sucata, a liberdade ! Você pode finalmente ser quem é , e não o que a sociedade quer que você seja ou quem você acha que deveria ser. " (Fala de tia Norma para Jeanie ! Tia Norma era uma solteirona robusta que assumira um ar boêmio após o falecimentos dos pais dela. )
         Recomendo a leitura deste livro ! Principalmente, para as mulheres com mais de 50 anos de idade !
         Fazia décadas que eu não lia um livro com tanto entusiasmo e estou feliz porque este livro realmente me esclareceu sobre determinadas situações !!! Ameiiiiiiiii  !!! \o/

(Fevereiro de 2017 ).  

   

domingo, 22 de janeiro de 2017

* Hippies Urbanos !!! *

"O cenário é mais ou menos esse: amigo formado em comércio exterior que resolveu largar tudo para trabalhar num hostel em Morro de São Paulo, amigo com cargo fantástico em empresa multinacional que resolveu pedir as contas porque descobriu que só quer fazer hamburger, amiga advogada que jogou escritório, carrão e namoro longo pro alto para voltar a ser estudante, solteira e andar de metrô fora do Brasil, amiga executiva de um grande grupo de empresas que ficou radiante por ser mandada embora dizendo “finalmente vou aprender a surfar”.
Você pode me dizer “ah, mas quero ver quanto tempo eles vão aguentar sem ganhar bem, sem pedir dinheiro para os pais.”. Nada disso. A onda é outra. Venderam o carro, dividem apartamento com mais 3 amigos, abriram mão dos luxos, não ligam de viver com dinheiro contadinho. O que eles não podiam mais aguentar era a infelicidade.
Engraçado pensar que o modelo de sucesso da geração dos nossos avós era uma família bem estruturada. Um bom casamento, filhos bem criados, comida na mesa, lençóis limpinhos. Ainda não havia tanta guerra de ego no trabalho, tantas metas inatingíveis de dinheiro. Pessoa bem sucedida era aquela que tinha uma família que deu certo.
E assim nossos avós criaram os nossos pais: esperando que eles cumprissem essa grande meta de sucesso, que era formar uma família sólida. E claro, deu tudo errado. Nossos pais são a geração do divórcio, das famílias reconstruídas (que são lindas, como a minha, mas que não são nada do que nossos avós esperavam). O modelo de sucesso dos nossos avós não coube na vida dos nossos pais. E todo mundo ficou frustrado.
Então nossos pais encontraram outro modelo de sucesso: a carreira. Trabalharam duro, estudaram, abriram negócios, prestaram concurso, suaram a camisa. Nos deram o melhor que puderam. Consideram-se mais ou menos bem sucedidos por isso: há uma carreira sólida? Há imóveis quitados? Há aplicações no banco? Há reconhecimento no meio de trabalho? Pessoa bem sucedida é aquela que deu certo na carreira.
E assim nossos pais nos criaram: nos dando todos os instrumentos para a nossa formação, para garantir que alcancemos o sucesso profissional. Nos ensinaram a estudar, investir, planejar. Deram todas as ferramentas de estudo e nós obedecemos. Estudamos, passamos nos processos seletivos, ocupamos cargos. E agora? O que está acontecendo?
Uma crise nervosa. Executivos que acham que seriam mais felizes se fossem tenistas. Tenistas que acham que seriam mais felizes se fossem bartenders. Bartenders que acham que seriam mais felizes se fossem professores de futevolei.
Percebemos que o sucesso profissional não nos garante a sensação de missão cumprida. Nem sabemos se queremos sentir que a missão está cumprida. Nem sabemos qual é a missão. Nem sabemos se temos uma missão. Quem somos nós?
Nós valorizamos o amor e a família. Mas já estamos tranquilos quanto a isso. Se casar tudo bem, se separar tudo bem, se decidir não ter filhos tudo bem. O que importa é ser feliz. Nossos pais já quebraram essa para a gente, já romperam com essa imposição. Será que agora nós temos que romper com a imposição da carreira?
Não está na hora de aceitarmos que, se alguém quiser ser CEO de multinacional tudo bem, se quiser trabalhar num café tudo bem, se quiser ser professor de matemática tudo bem, se quiser ser um eterno estudante tudo bem, se quiser fazer brigadeiro para festas tudo bem!
Afinal, qual o modelo de sucesso da nossa geração?
Será que vamos continuar nos iludindo achando que nossa geração também consegue medir sucesso por conta bancária? Ou o sucesso, para nós, está naquela pessoa de rosto corado e de escolhas felizes? Será que sucesso é ter dinheiro sobrando e tempo faltando ou dinheiro curto e cerveja gelada? Apartamento fantástico e colesterol alto ou casinha alugada e horta na janela? Sucesso é filho voltando de transporte escolar da melhor escola da cidade ou é filho que você busca na escolinha do bairro e pára para tomar picolé de uva com ele na padaria?
Parece-me que precisamos aceitar que nosso modelo de sucesso é outro. Talvez uma geração carpe diem. Uma geração de hippies urbanos. Caso contrário não teríamos tanta inveja oculta dos amigos loucos que “jogaram diploma e carreira no lixo”. Talvez- mera hipótese- os loucos sejamos nós, que jogamos tanto tempo, tanta saúde e tanta vida, todo santo dia, na lata de lixo."


(Ruth Manus)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

*O tempo passou !!! * - Prof. José Antônio.

" O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO"

Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa... A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. 
Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, internet, e-mail, Whatsapp ... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite...
Que saudade do compadre e da comadre!...







Créditos: José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.

domingo, 25 de dezembro de 2016

*Parabéns " Caderninho da Meméia " : 08 aninhos !!! *


                 *Beijinhosssssssssssssss  !!! \o/ \o/ \o/ 
                                               

domingo, 18 de dezembro de 2016

*Filhos em casa !!! *


                                             *Em : 17 / Dez / 2016.
                        
                                             *Bom demaissssssssss  !!! \o/ \o/ \o/ 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

"As Mãos que Seguram "



AS MÃOS.

Uma bola de Basquete em minhas 
mãos custa cerca de R$ 50,00. 

Uma bola de Basket nas mãos
do Michael Jordan custaria
cerca de R$ 5.000,00.

Só depende das mãos
que a seguram.

Uma raquete de tênis não tem
valor algum em minhas mãos.

Uma raquete de ténis nas mãos
do Rafael Nadal valeria muitos
milhares de reais.

Só depende das mãos
que a seguram.

Uma vara em minhas mãos
serviria apenas para
afugentar um cão.

Uma vara nas mãos de Moises
abriu um caminho seguro
no mar vermelho.

Só depende das mãos
que a seguram.

Um estilingue em minhas mãos
seria somente um brinquedo
de criança.

Um estilingue nas mãos de Davi
se tornou uma poderosa arma,
capaz de derrubar gigantes.

Só depende das mãos
que a seguram.

Dois peixes e cinco pães em minhas mãos serviriam para
fazer um lanchinho.

Dois peixes e cinco pães
nas mãos do nosso
Senhor Jesus Cristo,
foram multiplicados
e alimentaram
milhares de
pessoas. 

Só depende das mãos
que os seguram.

Pregos em minhas mãos
serviriam para pendurar
quadros na parede.

Pregos nas mãos de Jesus Cristo
serviram para trazer a salvação para o mundo inteiro.

Só depende das mãos
que os seguram.

Como podes ver agora, só
depende das mãos
que seguram. 

Por isso ponha suas ansiedades,
suas preocupações, seus temores,
seus alvos, seus sonhos, sua
familia e seu relacionamento
(casamento, namoro, amizade...)
nas mãos de Deus, porque... 

Só depende das mãos
que seguram e
asseguram. 

Jesus disse: Se creres em
Mim como diz as Escritura,
do seu interior fluirão rios
de aguas vivas
(Espirito Santo)

(Autor Desconhecido por mim ! )

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* Recebi da Profa Rose Sette no Whatsapp em Novembro / 2016. 

Postagem em destaque

*Relembrando : * O Pescador e o Banqueiro *

* O Pescador e o Banqueiro * Um banqueiro de investimentos americano estava no cais de uma povoação das Caraíbas, quando chegou um bar...