sábado, 30 de março de 2013

*A Páscoa e as Crianças ! *



       *Nós adultos precisamos - constantemente !!! O.O - ser a imagem e
 semelhança de DEUS para as CRIANÇAS !!! :))

domingo, 24 de março de 2013

*Orações de Minha Própria Autoria !!! *




                  *Essas são as minhas duas orações que eu as rezo
                          frequentemente diante do sacrário !!! (*Gosto de REZAR !!! ). 

quinta-feira, 14 de março de 2013

*Salve JORGE !!! *


Jorge Mario Bergoglio, o papa Francisco I



                          
                            Momento em que novo papa aparece pela primeira vez aos fiéis
                                             

A Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros

 divulgou a biogradia do novo papa.

Data de nascimento: Nasceu em Buenos Aires

 em 17 de dezembro de 1936.

Educação: Estudou e se diplomou como técnico

químico, mas ao decidir-se pelo sacerdócio ingressou no seminário de Villa Devoto. Em 11 de março de

1958 passou ao noviciado da Companhia de Jesus, estudou humanas no Chile, e em 1960, de retorno a

Buenos Aires, obteve a licenciatura em Filosofia no Colégio Máximo São José, na localidade de San

Miguel. Entre 1964 e 1965 foi professor de Literatura e Psicologia no Colégio da Imaculada da Santa Fé, e

em 1966 ditou iguais matérias no Colégio do Salvador de Buenos Aires. Desde 1967 a 1970 cursou

Teologia no Colégio Máximo de San Miguel, cuja licenciatura obteve.

Sacerdócio: Em 13 de dezembro de 1969 foi

ordenado sacerdote. Em 1971 fez a terceira

aprovação em Alcalá de Henares (Espanha),

e em 22 de abril de 1973, sua profissão perpétua

. Foi professor de noviços na residência Villa

 Barilari, de San Miguel (anos 1972/73),

 professor na Faculdade de Teologia e Consultor

 da Província e reitor do Colégio Máximo. Em

31 de julho de 1973 foi eleito provincial da

Argentina, cargo que exerceu durante seis anos.

 Esteve na Alemanha, e ao voltar, o superior o

 destinou ao Colégio de Salvador, de onde passou

 à igreja da Companhia, da cidade de Córdoba,

 como diretor espiritual e confessor. Entre 1980

 e 1986 foi reitor do Colégio Máximo de San

 Miguel e das Faculdades de Filosofia e Teologia

 da mesma Casa.


Episcopado: Em 20 de maio de 1992, João Paulo II

 o designou bispo titular da Auca e auxiliar de

 Buenos Aires. Em 27 de junho do mesmo ano

recebeu na Catedral primaz a ordenação episcopal

, e foi promovido a arcebispo auxiliar de Buenos

 Aires em 3 de junho de 1998. De tal sé

arcebispal é titular desde em 28 de fevereiro

 de 1998, quando se converteu no primeiro

jesuíta que chegou a ser primaz da Argentina.

É Ordinário para os fiéis de rito oriental residentes na Argentina e que não contam com Ordinário de seu

próprio rito. Na Conferência Episcopal Argentina é vice-presidente; e como membro da Comissão

Executiva é membro da Comissão Permanente representando à Província Eclesiástica de Buenos Aires.

Integra, além disso, as comissões episcopais de Educação Católica e da Universidade Católica Argentina,

da que é Grande Chanceler. Na Santa Sé, forma parte da Congregação para o Culto Divino e a disciplina

dos Sacramentos, e da Congregação para o Clero.


Cardinalato: Criado cardeal presbítero em 21 de fevereiro do 2001; recebeu a barrete vermelha e o título de

São Roberto Belarmino.




http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/especiais/novo-papa/2013/03/13/interna-novo-papa,354553/veja-a-biografia-do-cardeal-jorge-mario-bergoglio-o-papa-francisco-i.shtml

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

*Obrigada, Papa Bento XVI !!! *




REPASSANDO
O fato de quem escreveu este artigo ter 23 anos ou menos não tem a importância do conteúdo, do enfoque que ele deu no ato de renúncia do Papa  Bento XVI.
É uma visão sob um ângulo que poucas pessoas tem o discernimento ou a percepção suficiente para ver as questões como essa de forma isenta.
No início, achei que seria mais um artiguinho piegas ou preconceituoso,
mas tive uma grata surpresa ao ler todo o texto.
Siempre renuncias, Benedicto!
Tenho 23 anos e ainda não entendo muitas coisas.
E há muitas coisas que não se podem entender as 8h da manhã quando te acordam ...para dizer em poucas palavras:
- Daniel, o papa renunciou.
Eu apressadamente contestei:
- Renunciou?
A resposta era mais que óbvia, 
Renunciou, Daniel, o papa renunciou!
O papa renunciou.
Assim amanheceu escrito em todos os jornais, assim amanheceu o dia para a maioria, assim rapidamente alguns tantos perderam a fé e outros muitos a reforçaram.
Poucas pessoas entendem o que é renunciar.
Eu sou católico. Um de muitos. Desses que durante sua infância foi levado à missa, cresceu e criou apatia.
Em algum ponto ao longo da estrada deixei pra lá toda a minha crença e a minha fé na Igreja, mas a Igreja não depende de mim para seguir, nem de ninguém (nem do Papa).
Em algum ponto da minha vida, voltei a cuidar da minha parte espiritual e assim, de repente e simplesmente, prossegui um caminho no qual hoje eu digo:
- Sou católico.
Um de muitos sim, mas católico por fim. 
Mas assim sendo um doutor em teologia, ou um analfabeto em escrituras (desses que há milhões), o que todo mundo sabe é que o Papa é o Papa. Odiado, amado, objeto de provocações e orações, o Papa é o Papa, e o Papa morre sendo Papa.
Por isso hoje quando acordei com a notícia, eu, junto a milhões de seres humanos, nos perguntamos, por que?
Por que renuncia senhor Ratzinger?
Sentiu medo? Sentiu a idade? Perdeu a fé? A ganhou?
E hoje, 12 horas depois, creio que encontrei a resposta:
- O senhor Ratzinger renunciou toda a sua vida.
Simples assim.
O papa renunciou a uma vida normal.
Renunciou ter uma esposa.
Renunciou ter filhos. Renunciou ganhar um salário.
Renunciou a mediocridade.
Renunciou as horas de sono pelas horas de estudo.
Renunciou ser só mais um padre, mas também renunciou ser um padre especial.
Renunciou preencher a sua cabeça de Mozart, para preenchê-la de teologia.
Renunciou a chorar nos braços de seus pais.
Renunciou a, tendo 85 anos, estar aposentado, desfrutando de seus netos na comodidade de sua casa e no calor de uma lareira.
Renunciou desfrutar  de seu país.
Renunciou seus dias de folga.
Renunciou sua vaidade.
Renunciou a defender-se contra os que o atacavam.
Sim, isso me deixa claro que o Papa foi, em toda sua vida, muito apegado à renuncia.
E hoje, voltou a demonstrar.
Um papa que renuncia a seu pontificado quando sabe que a Igreja não está em suas mãos,
mas nas mãos de alguém maior, parece ser um Papa sábio.
Nada é maior que a Igreja.
Nem o Papa, nem seus sacerdotes, nem os laicos, nem os casos de pedofilia, nem os casos de misericórdia.
Nada é maior que ela.
Mas ser Papa nesse tempo do mundo, é um ato de heroísmo (desses heroísmos que acontecem diariamente em nosso país e ninguém nota).
Recordo sem dúvida, as histórias do primeiro Papa. Um tal... Pedro. Como morreu?
Sim, em uma cruz, crucificado igual ao teu mestre, mas de cabeça para baixo.
Hoje em dia, Ratzinger se despede de modo igual.
Crucificado pelos meios de comunicação, crucificado pela opinião pública e crucificado pelos seus irmãos católicos.
Crucificado pela sombra de alguém mais carismático.
Crucificado na humildade que tanto dói entender.
É um mártir contemporâneo, desses que se pode inventar histórias, a esses que se pode caluniar e acusar a vontade, que não respondem.
E quando responde, a única coisa que faz é pedir perdão.
Peço perdão pelos meus defeitos.
Nem mais, nem menos. Quanta nobreza, que classe de ser humano.
Eu poderia ser mórmon, ateu, homossexual e abortista, mas ver uma pessoa da qual se dizem tantas coisas, que recebe tantas críticas e ainda responde assim... esse tipo de pessoa, já não se vê tanto no mundo.
Vivo em um mundo onde é engraçado zombar o Papa, mas que é um pecado mortal zombar um homossexual (e ser taxado como um intolerante, fascista, direitista e nazista).
Vivo em um mundo onde a hipocrisia alimenta as almas de todos nós.
Onde podemos julgar um senhor de 85 anos que quer o melhor para a Instituição que representa, mas lhe indagamos com umCom que direito renuncia?
Claro, porque no mundo NINGUÉM renuncia a nada. Ninguém se sente cansado ao ir pra escola. Ninguém se sente cansado ao ir trabalhar.
Vivo um mundo onde todos os senhores de 85 anos estão ativos e trabalhando (sem ganhar dinheiro) e ajudam às massas.
Sim, claro.
Mas agora sei, senhor Ratzinger, que vivo em um mundo que vai sentir falta do senhor.
Em um mundo que não leu seus livros, nem suas encíclicas, mas que em 50 anos se lembrará como, com um simples gesto de humildade, um homem foi Papa, e quando viu que havia algo melhor no horizonte, decidiu partir por amor à sua Igreja.
Vá morrer tranquilo senhor Ratzinger.
Sem homenagens pomposas, sem um corpo exibido em São Pedro, sem milhares aclamando aguardando que a luz de seu quarto seja apagada.
Vá morrer, como viveu mesmo sendo Papa: humildemente.
Bento XVI, muito obrigado por renunciar.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

*Comprei ! *


                                                *Porta-vela antigo * 

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